BOA VIAGEM AO NOSSO BLOG

Faça de sua visita ao nosso blog um momento de conhecimento de o que é a COPEC tem a te oferecer. Participe, também, das enquetes e observe as sugestões. Ao final, não se esqueça de fazer seu comentário.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010



Amigos,

Desejo que todos vocês tenham passado por um BOM NATAL e que tenham uma excelente PASSAGEM DE ANO, prenúncio de um ANO DE 2011 melhor ainda que o que se finda.

Gostaria de lembrá-los da nossa cooperativa – COPEC –, que, a cada ano, vem se consolidando e se expandindo, oferecendo curso semestral para os ensinos fundamental e médio, aulas particulares e de reforço, além de cursos de atualização para professores. Se houver alguma dúvida ou interesse, façam o favor de ligar para o número 3352 – 3593.
                                        Kadu - Presidente

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

CEIA DE NATAL

              Antecipando os festejos de Natal, e comemorando um ano de constante avanço na busca de seus propósitos e, por isso, de muito sucesso, os membros da COPEC e mais alguns convidados se reuniram em sua sede, na noite de 22 de dezembro, para uma pequena ceia.
              Naquele momento, mais que a ceia propriamente dita, prevaleceu o espírito alegre da comemoração, da alegria, do agradecimento e da renovação dos pedidos.








             Havia espaço para verdadeiros recolhimentos, em busca do perdão para os atos inconsequentes:



            Havia muito o que comemorar: 01 ano de sede nova, parcerias de sucesso com várias escolas, ampliação do múmero de alunos e de cooperados... Mas, principalmente, a perspectiva de um futuro ainda mais glorioso.

                                                    Mr. President







          Apesar da comida e do ambiente, maravilhosos, não é prossível se desconectar:


A FLAUTA E O SABIÁ

        Em rico estojo de veludo, pousado sobre uma mesa de charão, jazia uma flauta de prata. Justamente por cima da mesa, em riquíssima gaiola suspensa ao teto, morava um sabiá. Estando a sala em silêncio, e descendo um raio de sol sobre a gaiola, eis que o sabiá, contente, modula uma ária.
        Logo a flauta escarninha põe-se a casquinar no estojo como a zombar do módulo cantor silvestre.
       - De que te ris? indaga o pássaro.
      E a flauta em resposta:
     - Ora esta! pois tens coragem de lançar guinchos diante de mim?
        - E tu quem és? ainda que mal pergunte.
        - Quem sou? Bem se vê que és um selvagem. Sou a flauta. Meu inventor, Mársias, lutou com Apolo e venceu-o. Por isso o deus despeitado o imolou. Lê os clássicos.
     - Muito prazer em conhecer... Eu sou um mísero sabiá da mata, pobre de mim! fui criado por Deus muito antes das invenções. Mas deixemos o que lá foi. Dize-me: que fazes tu?
           - Eu canto.
          - O ofício rende pouco. Eu que o diga que não faço outra coisa. Deixarei, todavia, de cantar - e antes nunca houvesse aberto o bico porque, talvez, sendo mudo, não me houvessem escravizado - se, ouvindo a tua voz, convencer-me de que és superior a mim. Canta! Que eu aprecie o teu gorjeio e farei como for de justiça.
         - Que eu cante?!...
         - Pois não te parece justo o meu pedido?
        - Eu canto para regalo dos reis nos paços; a minha voz acompanha hinos sagrados nas igrejas. O meu canto é a harmoniosa inspiração dos gênios ou a rapsódia sentimental do povo.
      - Pois venha de lá esse primor. Aqui estou para ouvir-te e para proclamar-te, sem inveja, a rainha do canto.
     - Isso agora não é possível.
     - Não é possível! por quê?
     - Não está cá o artista.
     - Que artista?
    - O meu senhor, de cujos lábios sai o sopro que transformo em melodia. Sem ele nada posso fazer.
     - Ah! é assim?
     - Pois como há de ser?
     - Então, minha amiga - modéstia à parte - vivam os sabiás! Vivam os sábias e todos os pássaros dos bosques, que cantam quando lhes apraz, tirando do próprio peito o alento com que fazem a melodia. Assim da tua vanglória há muitos que se ufanam. Nada valem se os não socorre o favor de alguém; não se movem se os não amparam; não cantam se lhes não dão sopro; não sobem se os não empurram. O sabiá voa e canta - vai à altura porque tem asas, gorjeia porque tem voz. E sucede sempre serem os que vivem do prestígio alheio, os que mais alegam triunfos. Flautas, flautas... cantam nos paços e nas catedrais... pois venha daí um dueto comigo.
        E, ironicamente, a toda a voz, pôs-se a cantar o sabiá, e a flauta de prata, no estojo de veludo... moita.
        Faltava-lhe o sopro.
(Coelho Neto)




Mr. President e Mrs. Principal

Está bom, não é?

 Elegância em todos os momentos e situações:

             Não; não é a mesma cena. Observe que há detalhes diferentes. É que ela se repetiu por várias vezes na noite. Seria a qualidade da comida a responsável?
              De qualquer forma, não faltou. Muito antes, pelo contrário:






DESEJOS

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

OK

"Você aprendeu alguma coisa. Isto sempre parece, à primeira vista, como se tivesse perdido alguma coisa."
 
George Bernard Shaw

sábado, 6 de novembro de 2010

SIMBOLOGIA NA INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS


 Simbologia é a ciência que estuda a origem, a interpretação e a arte de criar símbolos. Todas as sociedades humanas possuem símbolos que expressam mitos, crenças, fatos, situações ou ideias, sendo umas das formas de representação da realidade. É  por meio da representação simbólica que nos apropriamos do mundo.
 
Muitas vezes, ao buscarmos a interpretação de um texto, temos que lançar mão da mensagem subliminar presente no mesmo. A mensagem subliminar é dotada de uma arte a mais. A arte da persuasão inconsciente. Ela trabalha com o subconsciente das pessoas. Dá-se o nome de mensagem subliminar a toda mensagem que é transmitida em um baixo nível de percepção, tanto auditiva quanto visual. Embora não possamos identificar esta absorção da informação, o nosso subconsciente a capta e ela é assimilada sem nenhuma barreira consciente, e a aceitamos como se tivéssemos sido hipnotizados. Por definição, subliminares são as mensagens que nos são enviadas dissimuladamente, ocultas, abaixo dos limites da nossa percepção consciente e que vão influenciar nossas escolhas, atitudes, motivar a tomada de decisões posteriores. Subliminares são mensagens que entram na nossa mente de contrabando, como um vírus de computador que fica inerte, latente, e só é ativado na hora certa.
 
Todavia, por mais subliminares que sejam, precisamos explicitá-las para que discutamos a interpretação de um texto.
O subliminar, no merchandising, tem seu potencial melhor aproveitado quando inserido dentro da programação normal do que nos intervalos comerciais, burlando, assim, os mecanismos de defesa do consumidor. Tem sido constantemente usada pela Coca-Cola em filmes. Um exemplo seria o filme Blade Runner, de 1982, que se enquadra na categoria subliminar. Todo o quadro é preenchido por uma poluição visual urbana com dezenas de anúncios, nunca focalizados plenamente, graças ao timing rápido das mudanças de enquadramento, movimento ágil da câmera focando os atores em ação e a edição com cortes rápidos e frequentes, que estonteiam, como um vídeo clipe. O cenário de fundo subliminar é imperceptível graças à edição veloz. Não há tempo de efetuar uma varredura pela tela. Assim, o espectador focaliza os atores e deixa-se envolver pela trama narrativa, enquanto sua visão periférica recebe subliminarmente as dúzias de anúncios que pagaram o filme. O Merchandising pode ser definido como toda a inserção comercial em shows, novelas, filmes e eventos, porém não é um comercial direto do produto. Quem não se lembra de já ter visto em alguma novela um personagem bebendo aquela cerveja cujo rótulo e marca aparecem claramente na imagem ou então em uma partida de futebol você notar a existência de várias placas colocadas ao longo do campo exibindo marcas ou nomes de produtos. Inserido em histórias como filmes ou novelas, quanto menos aparece o produto, melhor é o resultado do merchandising. Basta que se perceba a sua presença.
 
O mesmo ocorre com o texto, em que a simbologia tem mais valor quando não se mostra; apenas se sugere.
O Professor Cláudio Gonçalves proferiu recente palestra na E. E. Professora Maria Coutinho, expondo aos alunos da 3ª Série do Ensino Médio, turno matutino, a simbologia na interpretação de textos:













sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ESPERA E... CONFIA!!!

Despojado do que já não há
solto no vazio do que ainda não veio,
minha boca cantará
cantos de alívio pelo que se foi,
cantos de espera pelo que há de vir.

 
                                                                                       Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

AH... ENTÃO TÁ!

"Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas...
só as de verão.
No fundo, isto não tem muita importância...
O que interessa mesmo não é a noite em si...
são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre...
em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado..."
                                    William Shakespeare